“Ela se foi e nada, nada vai trazê-la de volta.
Ele vive num filme cujo roteiro descreve um homem cheio de pessoas ao seu redor - mas que está sozinho dentro de si. É como se metafóricamente houvesse um precipício dentro de seu peito, no qual esse homem cai e não chega ao fim nunca. A história dele compara-se com a de um homem que perde a visão, porque foi como ele se sentiu ao perder sua amada - sem direção, sem sentido, sem luz.”